Período de crise, com o início da Segunda Guerra Mundial (1939 a 1945).
Época em que os envolvidos usavam sua capacidade econômica, industrial e científica a serviço dos esforços de guerra.
Foi o conflito mais mortífero e desumano da história da humanidade, com milhões e milhões de mortos.
E porque num momento como esse pensar em moda!?
As pessoas estavam preocupadas em sobreviver, escondendo-se em abrigos e em sério racionamento.
Mas não podemos esquecer que foi um período de mudanças relacionadas a
produção de vestimentas e no modo de vestir.
Existia um racionamento imposto pelo governo que limitava a quantidade de tecido que podia ser comprado e usado para fabricação e sendo assim as mulheres precisavam reformar e usar tecidos alternativos como a viscose e o rayon.
Os tecidos finos desapareceram do mercado e sem sedas e sem nylon as meias finas também desapareceram.
As roupas se tornam mais pesadas e sérias, os calçados
eram produzidos com solas de madeira.
Carmem Miranda faz sucesso com seus tamancos de madeiras.
Surge o pronto para usar (“ready-to-wear” ou “prêt-à-porter”), maneira de se fabricar roupas em grande escala e de boa qualidade, era uma forma prática, moderna e elegante de se vestir.
Surgem as pin-ups de Vargas viraram símbolos patrióticos e estímulo aos soldados americanos.
Em 1945, com o final do conflito, o francês Christian Dior surpreende o mundo com sua coleção batizada de New Look, estilos novos como: saias rodadas e cintura fina e acessórios indispensáveis, como: luvas e sapatos de salto e bico fino.
Madeimoselle Chanel, que mantinha um grande sucesso desde a década anterior, fechou seu atelier e só reabriu com o fim da guerra, mantendo aberta apenas sua butique da Rue Cambon.
Os soldados retornam para suas terras levando o perfume Chanel nº5.
Resumão década de 40.
Jordana Jordão.
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