sexta-feira, 28 de junho de 2013

Década de 40 - Segunda Grande Guerra e suas transformações na moda.

Período de crise, com o início da Segunda Guerra Mundial (1939 a 1945). 
Época em que os envolvidos usavam sua capacidade econômica, industrial e científica a serviço dos esforços de guerra. 
Foi o conflito mais mortífero e desumano da história da humanidade, com milhões e milhões de mortos. 


E porque num momento como esse pensar em moda!?
As pessoas estavam preocupadas em sobreviver, escondendo-se em abrigos e em sério racionamento.



Mas não podemos esquecer que foi um período de mudanças relacionadas a
 produção de vestimentas e no modo de vestir.

Existia um racionamento imposto pelo governo que limitava a quantidade de tecido que podia ser comprado e usado para fabricação e sendo assim as mulheres precisavam reformar e usar tecidos alternativos como a viscose e o rayon.
Os tecidos finos desapareceram do mercado e sem sedas e sem nylon as meias finas também desapareceram.


As roupas se tornam mais pesadas e sérias, os calçados 
eram produzidos com solas de madeira.
 Carmem Miranda faz sucesso com seus tamancos de madeiras.




Surge o pronto para usar (“ready-to-wear” ou “prêt-à-porter”), maneira de se fabricar roupas em grande escala e de boa qualidade, era uma forma prática, moderna e elegante de se vestir.

Surgem as pin-ups de Vargas viraram símbolos patrióticos e estímulo aos soldados americanos.



Em 1945, com o final do conflito, o francês Christian Dior surpreende o mundo com sua coleção batizada de New Look, estilos novos como: saias rodadas e cintura fina e acessórios indispensáveis, como: luvas e sapatos de salto e bico fino.


Madeimoselle Chanel, que mantinha um grande sucesso desde a década anterior, fechou seu atelier e só reabriu com o fim da guerra, mantendo aberta apenas sua butique da Rue Cambon. 
Os soldados retornam para suas terras levando o perfume Chanel nº5. 



Resumão década de 40. 

Jordana Jordão.


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